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:: Quarta-feira, Fevereiro 04, 2009 ::
Pesquisei mais e acabei achando a história real de Paul Raj
Paul Raj passou 21 anos sem ser abraçado por ninguém pela simples razão de ter nascido numa casta que, na Índia, representa a ESCÓRIA DA SOCIEDADE. Ele e sua família eram considerados impuros e ninguém ousava tocá-los.
Paul Raj tinha 18 anos quando seu professor de sociologia entrou na sala de aula, desenhou uma pessoa na lousa e começou a explicar a estrutura de castas da sociedade na Índia - seu país de origem. A cabeça (Brahmim) representa os religiosos; os braços (Veishya) são os guerreiros e militares; os joelhos (Kshathriya) representam os nobres e os ricos; os pés (Shudra) são os fazendeiros e comerciantes. A poeira sob os pés não pertence às castas mas também tem um nome: são os párias, os chamados Intocáveis. Eles formam a escória da sociedade indiana. São considerados impuros e, por isso, ninguém ousa nem ao menos encostar neles. Foi só ao ouvir aquilo que Paul finalmente entendeu dezenas de episódios da sua vida.
Quando ele tinha 8 anos, encontrou seu irmão amarrado a uma árvore, com as pernas cobertas de formigas vermelhas. O garoto estava sendo punido por ter entrado no jardim de um vizinho. Paul estava com o pai, que se ajoelhou e, chorando, começou a pedir clemência. É difícil de acreditar, mas a reação do dono da casa foi bater no pai e manter o castigo.
"A esposa do dono jogava açúcar na perna dele para atrair mais formigas e os filhos dela ficavam rindo em volta. Ficamos ali parados, vendo meu irmão ser comido vivo, sem fazer nada", diz Paul, que hoje tem 22 anos.
As regras que Paul deveria seguir eram inúmeras. Ele não podia beber água do rio, como faziam todas as pessoas da cidade (no lugar, devia andar muito até chegar num poço em que a água era barrenta e tinha um gosto estranho), não podia ir a lugares públicos e tinha que ter cuidado para que nem sua sombra atravessasse o caminho de uma pessoa de casta superior. Além disso, como todos os intocáveis, não podia ir à escola. Por isso, quando Paul tinha 11 anos, seus pais autorizaram um missionário francês a assinar um documento dizendo que ele era órfão. Paul foi enviado a um orfanato onde podia estudar.
A vida no orfanato não foi fácil. Além da distância dos pais, que ele não entendia muito bem, Paul era obrigado a dar duro na faxina dos banheiros e no preparo das refeições. Ele morava com outras 78 crianças e as condições do orfanato eram tão precárias que eles tinham que dividir um único lençol de casal entre 18 crianças todas as noites.
"Me lembro uma vez em que estava trabalhando na cozinha e vi uma barata caindo na panela do molho. Eu gritei e meu supervisor logo apareceu. Ele tirou a barata da panela com a mão, tampou e me mandou servir para as outras crianças sem contar nada sobre o ocorrido. Eu não disse nada porque todas as crianças que questionavam ou reclamavam eram expulsas do orfanato", conta Paul.
A cada 6 meses, ele conseguia encontrar seu pai por meia hora, e escondido. "Ele sempre me trazia um doce e eu nunca comia de uma vez. Ia de pouquinho em pouquinho, para ter a presença do meu pai por mais tempo", lembra sorrindo. Na única vez em que sua mãe foi visitá-lo, perto de um natal, o disciplinário acabou descobrindo e escorraçando-a dali.
"Foi muito ruim ver minha mãe ser maltratada e não poder fazer nada", diz Paul. Para piorar, o disciplinário tomou das mãos de Paul a cesta com comida que sua mãe tinha levado e a distribui entre todos os alunos.
Mas Paul era um ótimo aluno e, aos 18, conseguiu entrar na faculdade de Direito - o que mudou sua vida completamente. A começar pela aula do professor de sociologia. Naquela mesma noite, Paul foi para a biblioteca e retirou mais de 40 livros sobre a sociedade de castas indianas. Leu cada um deles, tentando encontrar todas as respostas que passou a vida sem ter para quem perguntar. Na teoria, as castas são ilegais desde 1952. Mas na prática, é muito diferente. Principalmente em uma vila tão pequena quanto a que minha família mora."
Mas descobrir a origem do sofrimento da sua infância não tornou sua vida mais fácil. "Eu não podia contar minha origem a ninguém. E era horrível saber que eu não estava sendo sincero com meus amigos", diz. Paul se sentia tão angustiado que foi conversar com seu professor e contou sobre sua condição. O professor sabia que a maior parte dos alunos reagiria muito mal à notícia e aconselhou a Paul continuar mantendo aquilo como segredo. Mas Paul não agüentava mais mentir aos seus amigos e, numas férias escolares, convidou os 6 mais próximos para passarem uma semana na casa de seus pais. Alertou que não haveria quartos nem cama nem televisão, mas não explicou as razões para isso. "Eu sabia que ia ser uma experiência radical, mas todo mundo estava encarando a viagem como uma aventura. Eles não imaginavam o que é, na prática, uma família de sete pessoas morando numa casa de 3 cômodos. As mulheres dormem na cozinha. Os homens, na varanda - junto com os bichos, para guardar a casa. Não temos tomada nem nenhum aparelho eletrônico. O banheiro fico do lado de fora e não tem água encanada."
Quando chegaram à casa de Paul, os amigos não entendiam porque a família se recusava a freqüentar lugares públicos ou a conversar com as pessoas que passavam na rua, mas Paul desconversava quando eles perguntavam alguma coisa. Ele ainda não tinha certeza de que os amigos iriam aceitar a situação. "Só que, durante o jantar, minha mãe, que estava muito feliz com a presença deles, agradeceu a todos por serem meus amigos mesmo nossa família sendo de intocáveis. Na hora, senti que meu mundo estava desmoronando."
Logo que o jantar acabou, Paul abriu o jogo. Um dos amigos que estava lá, e era da casta dos Brahmins, não aceitou a situação. Foi embora ao amanhecer e tratou de contar para todos os alunos da sala que Paul era um intocável. Sua vida na faculdade nunca mais foi a mesma. Quando as aulas voltaram, todos haviam mudado com ele. "Onde quer que eu me sentasse, sempre haveria pelo menos três cadeiras vazias à minha volta. Foi muito duro e eu estava prestes a abandonar a faculdade. Mas foi aí que apareceu a Shilpa".
Shilpa era uma garota da sala de Paul. Um dia ela chegou para ele e disse que não concordava com essa historia de casta, e que ele podia contar com ela! Eles começaram a se conhecer, iam a lugares juntos, até que ele acabou se apaixonando. Um ano depois, no dia dos namorados, Paul comprou flores e foi falar com ela. "Quando a encontrei, comecei a gaguejar e quase fugi correndo, mas falei tudo o que queria." Shilpa contou que também estava apaixonada e disposta a enfrentar qualquer desafio para ficarem juntos.
A companhia de Shilpa fez com que Paul percebesse a importância de lutar contra um preconceito tão sem sentido. Por causa disso, passou a trabalhar como voluntário em diversos projetos e a participar de grupos de discussão sobre direitos humanos e discriminação racial. Se destacava em todos os grupos, mas ainda assim tinha que conviver com o preconceito contra o qual tanto lutava.
"Uma vez, meu colega brahmim, o mesmo que havia ido embora da minha casa quando descobriu minha origem, organizou uma festa e convidou todos os 67 alunos da sala, menos a mim. Todos estavam empolgados com a festa, mas quando Shilpa soube que eu não havia sido convidado, foi perguntar a ele por que, na frente de todos. Ele disse que não me convidou porque eu era um intocável e ela disse que, sendo assim, também não iria. Para minha surpresa, várias outras pessoas também decidiram, naquele momento, que não iriam à festa". E essa não foi a única vez que Shilpa se sacrificou por Paul.
No fim do último ano da faculdade, Paul estava sem dinheiro para pagar a mensalidade. Um dia antes dos exames, um dos professores entrou na sala dizendo na frente de todos que ele não poderia fazer os exames porque não havia pago completamente os estudos. "É lógico que todo mundo começou a rir e eu me senti muito humilhado", conta. No mesmo dia, à tarde, Shilpa chegou com o dinheiro na mão e sem seus brincos de ouro favoritos, um presente de aniversario de seus pais. "Eu não podia aceitar, nem acreditar no que ela estava fazendo. Ela me disse que se eu amasse ela, eu aceitaria e faria meus exames. Eu sabia que ela estava certa."
Paul formou-se em 2002. "Não consigo descrever como foi para os meus pais me ver chegando em casa, com um diploma na mão. Em toda minha vila, que tem 5 mil pessoas, apenas 7 foram para a faculdade. E eu era o primeiro intocável", conta. Paul diz que lembra de sua mãe correndo pelas ruas chamando todo mundo para ir à casa e do seu pai sentado na varanda, com um cigarro na mão, contando a todos a boa nova e mostrando o diploma como se fosse o mais precioso dos troféus.
Mas este estava longe de ser a última alegria que Paul daria a seus pais. Depois de formado, Paul foi convidado por uma organização internacional para fazer um estágio em Londres, na Inglaterra. Ele foi
"Lembro como fiquei impressionado com o banheiro. Era como uma casa para mim: você pode guardar coisas dentro e ainda tem água à vontade", diz já mais acostumado ao ambiente e aos banhos - ele demorou uma semana para ter coragem de entrar debaixo do chuveiro. "No primeiro banho, não sabia nem como ligar o chuveiro. Depois, me senti tomando banho em uma cachoeira, mal podia acreditar que aquilo estava acontecendo dentro de uma casa."
Mas o dia mais emocionante da temporada londrina de Paul foi quando a chefe do programa de estágio o abraçou. Foi o primeiro abraço que Paul recebeu na vida, de alguém que não era da sua família (ele e Shilpa, por exemplo, apesar de estarem juntos há 6 anos, nunca se beijaram na boca, nem na bochecha). "Foi muito estranho. Eu nem sabia exatamente o que fazer e estava um pouco com medo. Mas quando percebi que estava sendo abraçado, não queria mais largar. Acabei caindo no choro."
Agora, Paul se prepara para voltar para casa. Ele e Shilpa estão noivos e querem, juntos, ajudar a mudar seu país. Durante o tempo na Inglaterra, Paul viajou para diversos países, conheceu muita gente empenhada em transformar os absurdos que ainda existem no mundo e se capacitou para levar um pouco desse conhecimento de volta à Índia. Mas, mesmo assim, ele tem medo de não conseguir mudar uma realidade que dura há tanto tempo."Tenho medo de fracassar, de não conseguir fazer com que meu povo entenda que precisa lutar por seus direitos. Se eles são desprezíveis demais até mesmo para serem tocados, como vão brigar para serem ouvidos?"
:: Carlos André Tavares Ramos 12:29 PM [+] ::
... Seu Comentário:
Bom dia!
Vendo as chamadas sobre a nova novela da Globo "Caminho das Indias", me lembrei de um texto que eu tinha postado aqui no blog algum tempo sobre um dalit que tinha vencido na vida, ela era uma história de luta e superação...
Resolvi procura-la para posta-la de novo mais não achei, então resolvi procurar no mago que tudo sabe: O GOOGLE e acabei achando outra história também muito interessante e resolvi compartilhar com vocês que sempre vem ao nosso blog.
Espero que todos gostem e que sirva de incentivo.
Um grande abraço a todos...
A VITÓRIA DE UM INTOCÁVEL NA ÍNDIA
Hari Pippal, que pertence à casta mais baixa do país, lutou contra o preconceito e tornou-se um milionário
Renata Miranda
Hari Pippal é um empresário indiano que conseguiu ganhar seu primeiro milhão de dólares montando uma fábrica de sapatos. Sua história poderia ser comum a qualquer outra de sucesso empresarial na Índia de hoje não fosse um pequeno detalhe: Pippal, de 58 anos, é um intocável. Ele pertence ao patamar mais baixo do sistema de castas da sociedade indiana, os párias ou dalits (leia abaixo), o que torna sua escalada social incomum e um exemplo a ser seguido. “Eu sou um intocável e tenho orgulho de ser quem sou. Sempre trabalhei muito para conseguir chegar ao topo”, disse Pippal, por telefone, ao Estado.
No hinduísmo, os párias são discriminados por não terem uma casta específica. Eles são chamados de “intocáveis” porque são vistos como sujos. Basta o contato com eles para tornar impuro um integrante de uma casta superior. Os dalits têm esse estigma por exercerem trabalhos considerados “imundos” pela sociedade, como lavar roupa, limpar banheiros ou recolher o lixo. A discriminação com os intocáveis ainda é muito forte, por isso a trajetória de sucesso de Pippal no mundo dos negócios é tão incomum.
O indiano conta que o início de sua vida não foi fácil. Aos 16 anos, o pai do empresário - que era sapateiro - sofreu um acidente e ficou paralisado. Sem ter como trabalhar, o pai pediu a Pippal para que ele suspendesse seus estudos para trabalhar e ajudar a sustentar sua mãe, oito irmãos e seis irmãs. Mesmo sem ter completado a escola, Pippal fala seis idiomas - entre eles, inglês, russo e alemão. “Um dos meus hobbies é estudar. Gosto de aprender sozinho.”
Ele conta que decidiu ser empresário há 30 anos. “Eu morava em uma casa alugada de cerca de 12 metros quadrados junto com minha mulher, meus cinco filhos e minha filha.” Segundo ele, o espaço era tão pequeno que ele tinha de dormir no chão. “Foi aí que vi que tinha de trabalhar muito e investir principalmente na educação dos meus filhos.” Decidido a mudar de vida, Pippal conseguiu um empréstimo em um banco para dar início a sua fábrica de sapatos. Hoje, ele é dono de quatro empresas - uma revendedora de carros Honda, uma exportadora, uma fábrica de sapatos e um hospital na cidade de Agra, onde fica o Taj Mahal - e tem seu patrimônio avaliado em cerca de US$ 4 milhões.
PRECONCEITO
Na Índia, pessoas de castas diferentes são normalmente identificadas pelo sobrenome. Assim, quando Pippal abriu sua exportadora decidiu dar o nome de People’s Export (Exportadora do Povo) porque temia que seu negócio fosse prejudicado se usasse seu nome. “Não queria que minha empresa fosse vista apenas como o ‘negócio de um dalit’. Então, escolhi People porque tem o som parecido ao do meu sobrenome”, explica.
Quando inaugurou seu hospital, em 2004, o empresário teve muita dificuldade em recrutar médicos para trabalhar com ele. “Sofri muito preconceito por ser um pária”, conta. “Nenhum médico de castas superiores queria trabalhar comigo.” Foi então que o indiano decidiu procurar médicos fora de Agra. “Eu tinha de provar para todos que poderia ser bem-sucedido mesmo sendo considerado inferior pela sociedade.”
Hoje, o Heritage Hospital é um dos hospitais mais respeitados da região. Segundo Pippal, agora, os médicos de castas superiores o procuram pedindo emprego. “Eu não guardo ressentimentos. O que não entendo é por que não vieram trabalhar comigo antes.”
Ele conta que seu hospital tem muitos médicos dalits. “Convidei médicos da minha própria casta e alguns deles são melhores do que médicos de outras castas.” No entanto, Pippal afirma que seu hospital não separa seus pacientes de acordo com o sistema de divisão hindu. “Eu nunca penso que esse é um hospital de intocáveis ou um hospital de gente superior. Amo todas as pessoas e acredito que todos devam ser tratados de maneira igual.”
Além de suas empresas na Índia, Pippal abriu recentemente um escritório na Alemanha para administrar suas exportações. O indiano afirma que quer expandir seus negócios ao redor do mundo. Para os empresários brasileiros, ele deixa um recado: “Quero mandar meus sapatos para o Brasil e fazer negócios com vocês.”
Retirado do site:
:: Carlos André Tavares Ramos 11:35 AM [+] ::
... Seu Comentário:
Acreditar na vida...
ACREDITAR NA VIDA
É TER ESPERANÇA NO AMANHÃ.
SABER QUE APÓS A NOITE VEM O DIA.
VIVER INTENSAMENTE AS EMOÇÕES!
SER ESPONTÂNEO.
APRECIAR O NASCER E O PÔR-DO-SOL.
AMAR AS PESSOAS INCONDICIONALMENTE.
APROVEITAR TODOS OS MOMENTOS…
VENCER A DEPRESSÃO!
FAZER TRABALHO VOLUNTÁRIO
CONFIAR NA VOZ DA INTUIÇÃO.
PERDOAR ...
ESTIMULAR A CRIATIVIDADE.
NÃO SE PRENDER A DETALHES.
CHORAR DE FELICIDADE…
DEIXAR PARA LÁ.
TER PENSAMENTO POSITIVO.
RESPEITAR OS SENTIMENTOS DOS OUTROS.
RIR SOZINHO.
SABER TRABALHAR EM EQUIPE.
SER SINCERO.
ENCONTRAR A FELICIDADE NAS PEQUENAS COISAS.
ENTENDER QUE SOMOS PESSOAS ÚNICAS.
É DANÇAR SEM MEDO.
NÃO SE APEGAR A BENS MATERIAIS.
RESPIRAR A BRISA DO MAR.
OUVIR A MELODIA SUAVE DE UMA FONTE.
OBSERVAR A NATUREZA.
ADORAR UM DIA DE CHUVA.
TER MOTIVAÇÃO!
ENXERGAR ALÉM DAS APARÊNCIAS.
DESCOBRIR QUE PRECISAMOS DOS OUTROS.
ESQUECER O QUE JÁ PASSOU.
BUSCAR NOVOS HORIZONTES.
PERCEBER QUE SOMOS HUMANOS.
VENCER A NÓS MESMOS.
VER A BELEZA DA ALMA.
SAIR DA PASSIVIDADE.
SABER QUE A VIDA É CONSEQÜÊNCIA DE NOSSAS ATITUDES…
NÃO ADIAR DECISÕES.
MIMAR A CRIANÇA INTERIOR.
DEIXAR ACONTECER…
PRATICAR A HUMILDADE.
CURTIR AS PEQUENAS VITÓRIAS.
VIVER APAIXONADO PELA VIDA!
ENTENDER QUE HÁ LIMITES.
TER AUTO-ESTIMA.
VER A VIDA COM OUTROS OLHOS…
SÓ SE ARREPENDER DO QUE NÃO FEZ.
FAZER PARCERIAS COM OS AMIGOS.
DORMIR FELIZ.
AMAR…
SABER QUE ESTAMOS SÓ DE PASSAGEM.
APROVEITAR AS OPORTUNIDADES.
OUVIR O CORAÇÃO…
ACREDITAR NA VIDA!
(NOELSON PAIM)
:: Carlos André Tavares Ramos 11:14 AM [+] ::
... Seu Comentário:
Ame e dê vexame!
VOCÊ AMA AQUELA PETULANTE. VOCÊ ESCREVEU DÚZIAS DE CARTAS QUE ELA NÃO RESPONDEU, VOCÊ DEU FLORES QUE ELA DEIXOU A SECO, VOCÊ LEVOU PARA CONHECER A SUA MÃE E ELA FOI DE BLUSA TRANSPARENTE.
ENTÃO? ENTÃO QUE ELA TEM UM JEITO DE SORRIR QUE O DEIXA IMOBILIZADO, O BEIJO DELA É VICIANTE E VOCÊ ADORA BRIGAR COM ELA E ELA ADORA IMPLICAR COM VOCÊ. ISSO TEM NOME.
VOCÊ AMA AQUELE CAFAJESTE. ELE DIZ QUE VAI LIGAR E NÃO LIGA, ELE VESTE O PRIMEIRO TRAPO QUE ENCONTRA NO ARMÁRIO. ELE NÃO EMPLACA UMA SEMANA NOS EMPREGOS, ESTÁ SEMPRE DURO, E É MEIO GALINHA. ELE NÃO TEM A MENOR VOCAÇÃO PARA PRÍNCIPE ENCANTADO, E AINDA ASSIM VOCÊ NÃO CONSEGUE DESPACHÁ-LO. POR QUE VOCÊ AMA ESTE CARA ? NÃO PERGUNTE PRA MIM.
VOCÊ É INTELIGENTE. LÊ LIVROS, REVISTAS, JORNAIS.
É BONITA. SEU CABELO NASCEU PARA SER SACUDIDO NUM COMERCIAL DE XAMPU E SEU CORPO TEM TODAS AS CURVAS NO LUGAR. INDEPENDENTE, EMPREGO FIXO, BOM SALDO NO BANCO.
COM UM CURRÍCULO DESSES, CRIATURA, POR QUE DIABO ESTÁ SEM UM AMOR?
AH, O AMOR, ESSA RAPOSA. QUEM DERA O AMOR NÃO FOSSE UM SENTIMENTO, MAS UMA EQUAÇÃO MATEMÁTICA: EU LINDA + VOCÊ INTELIGENTE = DOIS APAIXONADOS. NÃO FUNCIONA ASSIM. NINGUÉM AMA OUTRA PESSOA PELAS QUALIDADES QUE ELA TEM, CASO CONTRÁRIO OS HONESTOS, SIMPÁTICOS E NÃO-FUMANTES TERIAM UMA FILA DE PRETENDENTES BATENDO À PORTA. O AMOR NÃO OBEDECE À RAZÃO.
AMA-SE PELO CHEIRO, PELO MISTÉRIO, PELA PAZ QUE O OUTRO LHE DÁ, OU PELO TORMENTO QUE PROVOCA. AMAR NÃO REQUER CONHECIMENTO PRÉVIO./ AMA-SE JUSTAMENTE PELO QUE O AMOR TEM DE INDEFINÍVEL. HONESTOS EXISTEM AOS MILHARES, GENEROSOS TEM ÀS PENCAS, BONS MOTORISTAS E BONS PAIS DE FAMÍLIA, TÁ ASSIM, Ó.
MAS NINGUÉM CONSEGUE SER DO JEITO QUE O AMOR DA SUA VIDA É.
Texto extraído do livro "Ame e dê Vexame”
:: Carlos André Tavares Ramos 11:12 AM [+] ::
... Seu Comentário:
Hábitos são coisas que a gente faz repetidamente...
HÁBITOS SÃO COISAS QUE A GENTE FAZ REPETIDAMENTE E NEM PERCEBEMOS./ ELES FUNCIONAM NO PILOTO AUTOMÁTICO. ALGUNS HÁBITOS SÃO BONS, COMO FAZER EXERCÍCIO REGULARMENTE; FAZER PLANEJAMENTO.... MOSTRAR RESPEITO PELOS OUTROS....
OUTROS NÃO FAZEM DIFERENÇA, TIPO: TOMAR BANHO DE NOITE OU LER REVISTA DE TRÁS PARA A FRENTE.
MAS HÁ OS HÁBITOS RUINS!
PENSAR NEGATIVO É UM DELES....
SENTIR-SE INFERIOR E CULPAR OS OUTROS TAMBÉM!
DEPENDENDO DE QUAIS FOREM, OS HÁBITOS PODEM TANTO NOS MOLDAR QUANTO NOS ARRUINAR. /
NÓS NOS TORNAMOS O QUE FAZEMOS REPETIDAMENTE... MAS, POR SORTE, VOCÊ É MAIS FORTE DO QUE SEUS HÁBITOS. ASSIM SENDO, É POSSÍVEL MUDÁ-LOS.
EXPERIMENTE, POR EXEMPLO, CRUZAR OS BRAÇOS SOBRE O PEITO. AGORA CRUZE-OS AO CONTRÁRIO. O QUE LHE PARECE? BEM ESQUISITO, NÃO? MAS SE VOCÊ CRUZÁ-LOS SEMPRE AO CONTRÁRIO DURANTE 30 DIAS SEGUIDOS, NÃO IRÁ MAIS ESTRANHAR. NA VERDADE, NEM TERÁ DE PENSAR A RESPEITO DISSO. TERÁ ADQUIRIDO O HÁBITO.
ISSO VALE PARA TUDO. A QUALQUER MOMENTO É POSSÍVEL SE OLHAR NO ESPELHO E DIZER: "EI, NÃO GOSTO DISSO EM MIM", ESSA É A DEIXA PARA TROCAR UM VELHO HÁBITO RUIM POR UM NOVO MELHOR. E MUDAR TUDO!
NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS SEMPRE É POSSÍVEL... E QUANDO ISSO ACONTECE VOCÊ ASSUME O CONTROLE DE SUA VIDA E CAMINHA EM DIREÇÃO À FELICIDADE...
TRECHO DO LIVRO DE
Sean Covey
:: Carlos André Tavares Ramos 11:11 AM [+] ::
... Seu Comentário:
A Natureza revidou
As alterações climáticas vieram como um alerta vermelho piscante..
E a beleza estonteante de Santa Catarina se converte em lágrimas;
Desabrigados, refugiados, mortos... O cenário lembra uma guerra
E não era na Indonésia, nem no Afeganistão.
Gente de terras tupiniquins, que fala a mesma língua e pisa no mesmo solo
... e que não poderia supor que a desgraça fosse tão palpável e que, do dia para a noite, pudesse perder a própria identidade
Aí você olha pro controle remoto, pensa na cama quentinha, no cheirinho de comida vinda do fogão, aquele copo de água geladinha em cima da pia, carro novo na garagem... e seu ar falta por um instante.
Seu pensamento não consegue afastar essa idéia: ‘ E se fosse com minha família?’
No meio do caos, aparece a esperança para iluminar as atitudes de uma nação.
E o povo brasileiro se reúne com a mais pura intenção de ajudar ao próximo
Como uma criança que vê seu irmão caído no chão, e se abaixa, mesmo sem forças, para tentar levantá-la, a população faz verdadeiros mutirões para arrecadar fundos e enviar às vítimas da enchente que abalou Santa Catarina.
Comerciantes fazem rateio entre os clientes. Condomínios mobilizam moradores
Escolas enviam comunicados.
E assim, o país inteiro levanta do sofá pra tentar reerguer uma cidade.
A comoção nacional fez com que cada brasileiro tomasse uma atitude.
E transformasse a impotência em solidariedade, às vésperas do Natal
Aproveite que seu coração está sensível
... olhe pro lado ao invés de achar que o mundo gira em torno do seu umbigo
Talvez seja essa a lição que as catástrofes nos ensinem
Que é possível dar as mãos para tentar reverter uma situação
... sentir a dor do outro e fazer alguma coisa para ajudá-lo
... e ver como é comovente uma nação se unindo em prol de uma causa.
Só precisamos afastar a cegueira que nos impede de enxergar isso DIARIAMENTE,
E abraçarmos as causas... antes que seja tarde demais!
(Cinthia Dalpino)
:: Carlos André Tavares Ramos 11:10 AM [+] ::
... Seu Comentário:
Sonhar...
SONHAR
ASSIM, DEPOIS DE MUITO ESPERAR, UM DIA COMO QUALQUER OUTRO DECIDI TRIUNFAR.
DECIDI NÃO FICAR À ESPERA DAS OPORTUNIDADES E FUI PROCURÁ-LAS.
DECIDI VER CADA PROBLEMA COMO A OPORTUNIDADE DE ENCONTRAR UMA SOLUÇÃO.
DECIDI VER CADA NOITE COMO UM MISTÉRIO A RESOLVER.
E..... VER CADA DIA COMO A OPORTUNIDADE DE SER FELIZ.
NAQUELE DIA DESCOBRI QUE O MEU ÚNICO RIVAL ERAM APENAS AS MINHAS LIMITAÇÕES E QUE ELAS SÃO A ÚNICA E MELHOR FORMA DE ME SUPERAR.
DESCOBRI QUE NÃO ERA O MELHOR E QUE TALVEZ NUNCA O TENHA SIDO.
DEIXOU DE ME IMPORTAR QUEM GANHARA OU QUEM PERDERA.
AGORA SIMPLESMENTE ME IMPORTA SER MELHOR QUE ONTEM.
APRENDI QUE O DIFÍCIL NÃO É CHEGAR AO TOPO, MAS SIM NUNCA DEIXAR DE SUBIR.
APRENDI QUE O MAIOR SUCESSO QUE POSSO ALCANÇAR É O TER DIREITO DE CHAMAR A ALGUÉM DE "AMIGO".
DESCOBRI QUE O AMOR É MAIS DO QUE UMA SIMPLES PAIXÃO... È UMA FILOSOFIA DE VIDA.
APRENDI DE QUE NADA SERVE SER LUZ SE NÃO FOR PARA ILUMINAR TAMBÉM O CAMINHO DA HUMANIDADE.
APRENDI QUE OS SONHOS SÃO APENAS PARA TRANSFORMAR EM REALIDADE E DESDE ESSE DIA QUE NÃO DURMO PARA DESCANSAR.
AGORA APENAS DURMO PARA SONHAR.
Texto: (Walt Disney)
:: Carlos André Tavares Ramos 11:08 AM [+] ::
... Seu Comentário:
:: Sábado, Janeiro 24, 2009 ::
Beleza interior, a mais bela de todas
John Blanchard levantou do banco, endireitou a jaqueta de seu uniforme e observou as pessoas fazendo seu caminho através da Grand Central Station.
Ele procurou pela garota cujo coração ele conhecia, mas o rosto não: a garota com a rosa!! Seu interesse por ela havia começado trinta meses antes, numa livraria da Flórida.
Tirando um livro da prateleira, ele se pegou intrigado, não com as palavras do livro, mas com as notas feitas à lápis nas margens. A escrita suave refletia uma alma profunda e uma mente cheia de brilho.
Na frente do livro, ele descobriu o nome do primeiro proprietário: Srta. Hollis Maynell. Com tempo e esforço ele localizou seu endereço. Ela vivia em New York City. Escreveu-lhe uma carta, apresentando-se e convidando-a corresponder-se com ele.
Na semana seguinte ele embarcou num navio para servir na II Guerra Mundial. Durante o ano seguinte, mês a mês eles desenvolveram o conhecimento um do outro através de suas cartas. Cada carta era uma semente caindo num coração fértil. Um romance de companheirismo.
Blanchard pediu uma fotografia, mas ela recusou. Ela pensava que se, realmente ele se importasse com ela, sua aparência não importaria.
Quando finalmente chegou o dia em que ele retornou da Europa, eles marcaram seu primeiro encontro, às 7:00 da noite na Grand Central Station em New York.
- Você me reconhecerá pela rosa vermelha que estarei usando na lapela. – ela escreveu.
Então, às 7:00 ele estava na estação procurando por uma garota cujo coração ele amava, mas cuja face ele nunca havia visto.
Vou deixar o Sr. Blanchard dizer-lhe o que aconteceu:
- Uma jovem aproximou-se de mim. Sua figura era alta e magra. Seus cabelos loiros caíam delicadamente sobre os seus ombros; seus olhos eram verdes como água. Sua boca era pequena; seus lábios carnudos e seu queixo tinha uma firmeza delicada. Seu traje verde pálido era como se a primavera tivesse chegado. Eu me dirigi à ela, inteiramente esquecido de perceber que a mesma não estava usando uma rosa. Como eu me movi em sua direção, um pequeno provocativo sorriso, curvou seus lábios.
- Indo para o mesmo lugar que eu marinheiro? – ela murmurou.
Quase incontrolavelmente dei um passo para junto dela, e então eu vi Hollis Maynell. Ela estava parada quase que exatamente atrás da garota. Uma mulher já passada dos 50 anos, tinha seus cabelos grisalhos enrolados num coque sobre um chapéu gasto. Ela era mais que gorducha, seus pés compactos confinavam em sapatos de saltos baixos.
A garota de verde seguiu seu caminho rapidamente. Eu me senti como se tivesse sido dividido em dois, tão forte era meu desejo de segui-la e tão profundo era o desejo por aquela mulher cujo espírito, verdadeiramente, me acompanhará e me sustentará através de todos as minhas atribulações.
E então ela parou! Sua face pálida e gorducha era delicada e sensível, seus olhos cinzas tinham um calor e simpatia cintilantes. Eu não hesitei...
Meus dedos seguraram a pequena e gasta capa de couro azul do livro que a identificou para mim. Isto podia não ser amor, mas poderia ser algo precioso. Talvez mais que amor, uma amizade pela qual eu seria para sempre cheio de gratidão.
Eu inclinei meus ombros, cumprimentei-a mostrando o livro para ela, ainda pensando, enquanto falava, na amargura do meu desapontamento.
- Sou o Tenente John Blanchard, e você deve ser a Srta. Maynell. Estou muito feliz que tenha podido me encontrar. Posso lhe oferecer um jantar? – perguntou o cavalheiro.
O rosto da mulher abriu-se num tolerante sorriso:
- Eu não sei o que está acontecendo. – ela respondeu. Aquela jovem de vestido verde que acabou de passar me pediu para colocar esta rosa no casaco. Ainda me disse que, se você me convidasse para jantar, eu deveria lhe dizer que ela estaria esperando por você no restaurante de esquina. Me disse que isso era um tipo de TESTE!!!
Não parece difícil, para mim, compreender e admirar a sabedoria da Srta. Maynell.
A verdadeira natureza do coração de uma pessoa é vista na maneira como ela responde ao que não é atraente!!!
As pessoas entram em nossa vida "por acaso", mas não é por acaso que elas permanecem.
Feliz de quem escreveu! Feliz de quem leu! Feliz de quem entendeu!
:: Carlos André Tavares Ramos 8:13 PM [+] ::
... Seu Comentário:
O que você tem
Sente-se embaixo de uma árvore magnífica, e veja como tudo que a árvore precisou veio até ela. A comida nutritiva, minerais, água e luz fluíram pela árvore, ou dentro do seu alcance, por toda a sua vida.
Embora ela tenha se espalhado através do crescimento, nem uma única vez essa árvore teve que sair dali para buscar o que necessitava. A árvore cresce e prospera por sua habilidade em fazer uso do que está disponível bem onde ela está.
Essa árvore forte, alta, frondosa e imponente conseguiu esse crescimento impressionante usando o que ela tem disponível.
A próxima vez que você achar que para ser feliz e alcançar seus objetivos você tem que ir para outro lugar, ou ter algo, ou sofrer de alguma maneira, pense na árvore imponente.
É maravilhoso você poder mover-se, e que você possa fazer tantas coisas acontecerem. Mas em tudo que você faz, para todos os lugares que vai, em tudo que acontece, nunca negligencie o que você já conquistou.
A riqueza e a satisfação não vêm de se conseguir mais, mas sim do uso pleno daquilo que você já tem disponível ao seu alcance.
:: Carlos André Tavares Ramos 8:12 PM [+] ::
... Seu Comentário:
Não é Comigo
Era uma vez quatro pessoas: "TODO MUNDO", "ALGUÉM", "QUALQUER UM" e "NINGUÉM".
Havia um importante trabalho a ser feito e "TODO MUNDO" tinha certeza que "ALGUÉM" o faria. "QUALQUER UM" poderia tê-lo feito, mas "NINGUEM" o fez.
"ALGUÉM" negou-se a fazer o trabalho porque era um trabalho de "TODO MUNDO". "TODO MUNDO" achou que "QUALQUER UM" poderia fazê-lo, mas "NINGUÉM" imaginou que "TODO MUNDO" deixasse de fazê-lo.
No final, "TODO MUNDO" culpou "ALGUÉM" quando "NINGUÉM" fez o que "QUALQUER UM" poderia ter feito.
:: Carlos André Tavares Ramos 8:12 PM [+] ::
... Seu Comentário:
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